Cirurgias & Tratamentos

Como saber a fórmula do momento ideal para sua plástica?

Você tem dúvidas sobre o momento correto para se submeter a uma plástica? Então acredito que essa fórmula que criei, pode te ajudar nessa decisão!

Mas afinal, como saber o seu momento ideal?

Eu sempre digo: “O PACIENTE EM GERAL SABE E SENTE QUANDO É SEU MOMENTO PARA A CIRURGIA!”

Porém, ao meu ver e com a experiência ao longo dos anos, acredito que o momento certo é aquele que se encontra nessa fórmula em que a motivação encontra a vontade consciente e com certeza de querer de mudar algo que incomoda no corpo junto com o médico certo e as possibilidades financeiras do paciente.

MOMENTO IDEAL = MOTIVAÇÃO + CERTEZA + CIRURGIÃO + FINANÇAS

Sem motivação, você não irá buscar o médico, realizar os exames, fazer o risco cirúrgico e todas as outras coisas que se necessita para organização da cirurgia.

A certeza de mudar algo no corpo é essencial para a motivação. Pode parecer óbvio, mas isso impulsiona o momento ideal para a cirurgia, pois leva a pessoa a buscar ajuda para algo que lhe causa incômodo ou até sofrimento.

O médico “certo” é aquele com quem se teve a maior empatia e que passou a segurança necessária no momento da consulta. Sem essa certeza, não há motivação para a cirurgia.

O momento ideal está claramente ligado ao momento financeiro, em que a paciente conseguiu se organizar para uma cirurgia de maneira a não haver perdas nesse setor.

Entendendo essa fórmula, fica mais fácil encontrar o seu momento ideal para a sua cirurgia.

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Dúvidas Frequentes

É absolutamente normal haver uma pequena diferença em tamanho ou até formato das mamas.

Porem em alguns casos, essa diferença de tamanho se torna muito evidente. São chamadas de MAMAS ASSIMÉTRICAS.

Muitas vezes isso gera uma situação até de complexo para a paciente.

Podemos, através da cirurgia plástica, ajudá-las melhorando a simetria das mamas.

Naquelas pacientes jovens que não apresentam ptose (queda) da mama e querem aumentá-las , podemos simplesmente colocar implantes de tamanhos diferentes.

Nestes casos, colocamos um implante MENOR na mama maior e um implante MAIOR na mama menor.

Isso equilibra os tamanhos na maioria dos casos.

A mesma coisa pode ser realizada sem implantes, diminuindo a mama maior.

Caso a paciente não deseje aumentar as mamas e uma delas é a maior, pode-se realizar aí a redução , com o intuito de simetrizá-las.

O inconveniente nesse caso é que somente uma das mamas ficará com uma cicatriz.

Quando existe uma ptose junto à assimetria, pode-se utilizar a combinação das duas situações acima, corrigindo-se a ptose bilateralmente, com ou sem a utilização do implante.

 

A gordura localizada é um grande incômodo para muitas pessoas. Se apresenta como um acúmulo de células de gordura em algumas regiões do corpo.

Na mulher ela costuma se localizar nas regiões do culote, flancos, abdomen inferior e parte interna das coxas.

No homem costuma se localizar nos flancos, a chamada “pochete” na região abaixo do umbigo e região peitoral.

Em algumas pessoas essa gordura se localiza em outras áreas como parte interna de joelhos, costas, braços e até tornozelos.

Normalmente a queixa do paciente é: “Doutor, eu faço dieta, treino, faço até drenagens linfáticas e massagens especiais e nada é capaz de diminuir essas gorduras que estão aí!!”

A grande resposta é que esse tipo de gordura, infelizmente, só diminui com algum tipo de procedimento. Preferencialmente cirúrgico.

Hoje em dia se tenta muita coisa, como enzimas, congelação da gordura, massagens, etc.

Porem, nos meus anos de vivência, nada é mais eficiente do que a lipoaspiração para o tratamento da gordura localizada.

A lipo bem feita é capaz de entregar resultados muito favoráveis com alto grau de satisfação do paciente.

Pergunta frequente no meu consultório aqui no Rio: “Doutor, você opera em clínica ou em hospital?”⠀

A resposta é a mesma sempre: “Eu só opero em hospital!”⠀

E por que? ⠀

Até meados dos anos 2000, era muito comum no Rio de Janeiro, que as cirurgias plásticas fossem realizadas em clínicas, como a do Professor Pitanguy, entre várias outras. Porém, após alguns eventos adversos indesejados ocorridos em algumas clínicas, onde o suporte técnico não era igual ao de um hospital geral, passou-se a dar uma importância maior (e devida) à segurança do/a paciente. Assim, muitos cirurgiões deixaram de operar em clínicas e começaram a operar em hospitais.⠀

Tambem, quando fui trabalhar em Madri, em 2008, todas as cirurgias eram realizadas em hospitais de grande porte, nas duas equipes em que colaborei. A partir daí, com a experiência e conhecimento que obtive, de cirurgias plásticas sendo realizadas em hospitais, no meu retorno ao Brasil comecei a fazer absoluta questão de utilizar somente as dependências de grandes hospitais, que forneçam suporte clínico/cirúrgico ideal para diagnóstico e tratamento de qualquer intercorrência (como métodos de imagem e UTI prontamente disponíveis).⠀

Nossa filosofia é de sempre oferecer o maior grau de segurança para a realização da sua cirurgia. Sem dúvida alguma, operar em hospitais de grande porte, com todo o devido suporte, faz parte dessa filosofia.

Essa dúvida é muito comum nos consultórios de cirurgia plástica.⠀

A resposta está no bom senso.⠀

Os fabricantes dos implantes recomendam a troca a cada 10 anos.⠀

Então, como uma mulher de 80 anos com implantes deverá fazer? ⠀

Os implantes atuais são extremamente resistentes. ⠀

É praticamente impossível o rompimento, a não ser que haja um trauma.⠀

Porém, como são feitos de silicone, há uma degeneração natural do seu envoltório.⠀

Por conta dessa degeneração, se recomenda então a troca.⠀

O consenso no último congresso de mama foi que deverá se fazer a troca a cada 15/20 anos.⠀

É obrigatória a troca? ⠀

Não, contanto que o implante esteja em perfeito estado.⠀

O exame de escolha para averiguar isso á a Ressonância Magnética.⠀

Então tenho implante há 15/20 anos e não devo trocá-lo?⠀

Depende. Se vc tem de 40 a 70 anos e está bem de saúde, é recomendado que troque justamente devido a essa degeneração.⠀

Mas se tem 70 a 90 anos, com problemas de saúde, é melhor não fazer uma cirurgia e manter o acompanhamento da saúde dos implantes,⠀

Existem várias pacientes que levam a vida inteira sem trocar seus implantes e vivem perfeitamente bem com eles.⠀

Como sempre, o bom senso deve estar presente nessa decisão.⠀

A decisão de troca dos implantes então deverá ser pautada em um equilíbrio em tempo x idade x condições de saúde x desejo da paciente.⠀

Uma dúvida frequente em cirurgia da mama é sobre a sensibilidade das aréolas.⠀

Afinal de contas, se perde ou não a sensibilidade?⠀

A resposta é: dependendo do tipo de cirurgia, pode não haver perda nenhuma, haver alteração da sensibilidade e,em último caso, a perda.⠀

Nas cirurgias estéticas de aumento (colocação de próteses de mama), hoje em dia utilizamos o sulco da mama para a incisão. ⠀

Praticamente não tem como ocorrer lesão a ramos da sensibilidade das aréolas nesse tipo de incisão.⠀

Somente em colocações de próteses muito grandes, pelo descolamento extenso, pode ocorrer a perda da sensibilidade areolar.⠀

Assim como nas cirurgias redutoras ou nas mastopexias (levantamento das mamas), quando há uma grande distância entre as areolas e sua nova posição mais alta no tórax, há possibilidade de alteração da sensibilidade dessa estrutura.⠀

Em mamas densas (com muito tecido glandular e pouco gorduroso), também há dificuldade de subida das aréolas. Nesses casos também pode haver alteração de sensibilidade nestes casos.⠀

Portanto, devemos analisar caso a caso, para poder dar uma resposta quanto ao maior ou menor risco de alteração de sensibilidade.⠀

Nas cirurgias de reconstrução, em que há retirada da aréola, obviamente, temos a perda da sensibilidade. ⠀

A nova aréola reconstruída não terá nenhuma  sensibilidade.⠀

Mesmo nos casos de alteração de sensibilidade após a cirurgia, na maioria dos casos, existe uma regeneração e restauração da sensibilidade após 6 meses em média.⠀

Converse com seu cirurgião para entender bem os riscos em relação a esse tema.

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